Sua estrutura suporta a operação atual?
Imagine que sua empresa precise aumentar a capacidade operacional de um ativo existente.
Pode ser a instalação de um novo portêiner em um terminal portuário, a ampliação da carga movimentada em um píer, a implantação de novos equipamentos industriais ou a liberação de veículos mais pesados sobre uma ponte rodoviária ou ferroviária.
Em muitos casos, essas mudanças já ocorreram. Novos equipamentos foram instalados, a produtividade aumentou, as cargas movimentadas cresceram e veículos mais pesados passaram a utilizar a estrutura ao longo dos anos.
Mas existe uma pergunta fundamental que precisa ser respondida:
E mais do que isso:
Embora a pergunta pareça simples, a resposta nem sempre é conhecida.
É comum encontrar pontes, píeres, galpões industriais e outras estruturas com 20, 30 ou até 50 anos de operação sem projetos atualizados, sem histórico completo de intervenções ou sem avaliações estruturais recentes.
Nesses casos, muitas organizações não conseguem afirmar com segurança se seus ativos estão operando dentro dos fatores de segurança previstos em norma, se possuem capacidade para futuras ampliações ou se existem limitações que possam representar riscos operacionais.
Como consequência, decisões importantes acabam sendo tomadas com base em hipóteses, experiências anteriores ou critérios conservadores, quando o ideal seria utilizar informações técnicas confiáveis sobre a capacidade real da estrutura.
Gráfico ilustrativo, elaborado para representar situações frequentemente observadas em avaliações de ativos existentes.
A ausência de uma avaliação estrutural atualizada pode resultar em diversos impactos para a segurança, a operação e a gestão do ativo.
Aumento do risco de falhas estruturais.
Limitação de cargas, produtividade e uso da estrutura.
Intervenções emergenciais costumam ser muito mais caras do que ações preventivas.
Decisões sem embasamento técnico podem gerar consequências contratuais e legais.
Valores ilustrativos para demonstrar a tendência observada no setor: quanto mais tardia a intervenção, maior tende a ser o custo.
Nem sempre a conclusão de uma avaliação estrutural é negativa.
Em muitos casos observamos que:
Em outros casos, a análise identifica a necessidade de reforços localizados, permitindo que a operação continue com segurança.
O ponto principal é que decisões devem ser tomadas com base em informações técnicas e não em suposições.
O processo normalmente envolve uma sequência de etapas técnicas, desde o levantamento das informações disponíveis até a emissão de recomendações para tomada de decisão.
Projetos, relatórios, memoriais de cálculo, desenhos antigos e histórico da estrutura.
Verificação do estado atual da estrutura e identificação de manifestações patológicas.
Representação computacional da estrutura para avaliação de comportamento e capacidade resistente.
Avaliação conforme normas técnicas aplicáveis e critérios de segurança estrutural.
Definição da capacidade resistente, restrições de uso e recomendações de intervenção, quando necessárias.
Conhecer a capacidade real de uma estrutura existente é uma ferramenta de gestão de ativos.
Mais do que verificar segurança, uma avaliação estrutural permite:
Estruturas não falham apenas por envelhecimento. Muitas vezes elas falham por falta de informação.
Atuamos na avaliação, modelagem, verificação e desenvolvimento de soluções para estruturas de infraestrutura, portuárias, ferroviárias e industriais.
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